Feministas ensinando a seduzir mulheres


Se alguém quiser dar uma olhada nesse lixo, o link está aqui:



O confrade Roberto fez um comentário sobre esse monte de bosta:


Mulher que cria protocolos e faz listinhas sobre como devem ser os relacionamentos ou é inexperiente e por isso idealiza a relação, ou é amargurada e sente a necessidade de implicar com a sexualidade masculina e tentar restringi-la e onerá-la o máximo possível. Ironicamente, em ambos os casos a mulher não tem muito a oferecer, seja por não saber como agradar os homens e se prender no conceito abstrato de que seu corpo pouco usado vale ouro, seja por ter sido muito usada e descartada por outros machos, ou ainda, não menos comum, o fato de ser feia, gorda, chata e burra.

Eu acho que isso tudo é uma consolação para a inveja que elas sentem das mulheres lindas, gostosas e femininas que a toda hora recebem atenção dos melhores homens. As mulheres criam um conceito de homem abstrato, de príncipe encantado que as ama e é submisso a elas sem dar atenção a qualquer outra fêmea, no melhor do estilo 50 tons de cinza. Penso que seja o equivalente a um homem ser rejeitado por uma mediana, chegar à casa e abrir um pornô com mulheres top, mesmo sabendo que em condições normais não teria chances com qualquer delas.

Imaginem então que esse homem volte às ruas, e para cada mediana bonitinha que passe em sua frente, pense para si mesmo que ela não mereça o seu esforço, pois se a mulher top do pornô lhe deu prazer a troco de nada, por que haveria ele de perder tempo com uma mulher inferior? Penso que seja mais ou menos assim que pensam essas mulheres, com essa atitude esnobe e cheias de burocracia, quando na verdade a maioria dos homens não lhes comeria nem de graça.

As ruas são públicas e os homens têm direito à expressão. Eu não gosto quando mendigos me abordam na rua para me pedir esmola, muito menos quando uma mulher feia e gorda se insinua pra mim com olhares maliciosos e mexidas no cabelo, mas essas pessoas têm direito de fazer isso e, caso eu queira evitar essa situação, sou eu quem devo preservar minha privacidade evitando locais públicos, e não eles que devem evitar exercer seus direitos. O homem aborda a mulher quando ele quiser e da forma que ele quiser. Contanto que ele não esteja a cometer crimes ou outros tipos de ilegalidades, não há problema algum.

E tem mais: quando a mulher está a fim, não existe burocracia, exigências ou qualquer tipo de protocolo. Quando a mulher está a fim, vale tudo!

Já vi mulher parando no meio da faixa de segurança pra mexer os cabelos e sorrir pra mim. Já vi mulher diminuir a velocidade do carro depois de eu olhar pra ela, na espera de eu pedir carona ou fazer alguma abordagem. Já ouvi mulher iniciar a conversa comigo na escada rolante do shopping. Já vi mulher imitando o meu jeito de caminhar pra chamar atenção. Desde que conheci e assimilei a Real, passei a prestar atenção nesses comportamentos e cheguei à conclusão de que não existe conquista, não existe jeito certo de se abordar uma mulher e não existe local onde uma mulher não possa ser abordada ou mostrar interesse por você. Não existe essa história de clima, de ambientação adequada. E nem faria sentido que existisse. Se as mulheres não se importam nem em dar mole dentro de templos religiosos, imagine então em lugares comuns como ruas e shoppings. Único lugar sem "clima" pra nada é o cemitério, e olhe lá! rsrs

A femiranha do texto não é apenas uma mulher amargurada. É uma pessoa de má-fé. Ela sabe que a maioria dos homens sofre de muitas dúvidas e inseguranças em relação à abordagem. O contato inicial é a barreira mais difícil, pois é o momento onde se sabe nada ou muito pouco sobre a mulher, onde o homem não sabe qual será a recepção dela. Não é a toa que os homens perdem muitas oportunidades no dia a dia e resolvem partir pro ataque apenas em baladas ou bares, que são justamente os locais mais difíceis de ter algum resultado. Sinto pena dos homens que acreditam piamente que não é possível ter o primeiro contato com uma mulher fora dos ambientes tóxicos das baladas. 

A verdade é que se nossos antepassados fossem afrescalhados e cheios de protocolos pra chegar em mulher, nós nem teríamos nascido. Não tem mistério: basta cumprimentar e se apresentar. Dali pra frente é só aumentar a intimidade, entrar na área e fazer o gol. :beer:

7 comentários:

  1. ele apagou o comentario dele ? nao achei.

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  2. O texto resume o homem que aborda mulheres desconhecidas como um idiota com fortes indícios de estuprador.
    Quando nós damos um fora num viado desconhecido somos homofóbicos e eles a vítima.
    Vai entender...

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  3. Esse entrar na área e fazer o gol é que mata, dizer oi e se apresentar é o de menos!

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  4. Exato o ultimo paragrafo!
    Claro que temos q ter o bom senso ao aproximar,'como quem nao quer nada' como diria alita e de levar em consideracao lugares e situacoes.mais a autora se equivocou e colocar um 'padrao' nisso.pra mim é uma arte, n existe nada certo, é arriscar.

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