Como os direitos trabalhistas fodem com o trabalhador


Trabalho. Mais trabalho. Patrão filho da puta enchendo a sua mesa, cobrando prazos, qualidade. Medo de ser demitido. Salário baixo, que mal dá pra se sustentar, e tem que ser suficiente pra sustentar a família inteira. Camelôs e ambulantes se alastrando pela cidade feito uma praga. E, pra coroar, os preços da cesta básica subindo.


O que os efeitos acima têm a ver com leis trabalhistas? Absolutamente TUDO! Cada um dos efeitos acima tem relação direta com os direitos trabalhistas; arrisco dizer que nenhum deles viria sequer a existir, não fossem as malditas leis do trabalho! Sua vida, seja como patrão, seja como empregado, seria DEZENAS DE VEZES MELHOR se as relações de trabalho se resumissem a pagar valor x pelo trabalho y da forma como patrão e empregado melhor entendessem. Com um detalhe: ao contrário do que as pessoas acreditam, o poder de barganha seria TODO do EMPREGADO!

Vou explicar os efeitos das leis trabalhistas um a um. Entender os tais efeitos não é difícil, com a exceção do último. Difícil mesmo vai ser você não ficar puto depois que descobrir a filhadaputice que são as leis do trabalho.

Pra começar, imaginemos uma empresa qualquer. Por exemplo, o supermercado Central do Búfalo:



O dono do supermercado, sr. Leonardo Oliveira, fez um cálculo de quanto dispõe por mês para pagar salários, e chegou ao valor de R$10 mil mensais. Vamos desenhar os R$10 mil:




Com os R$10 mil, o Leonardo Oliveira decidiu contratar 10 empregados, pagando R$ 1 mil pra cada peão. A folha de pagamento vai ficar assim:




Até aí, tudo certo.




Agora, vamos colocar os direitos trabalhistas na história.

Os encargos trabalhistas no Brasil obrigam o empregador a recolher, entre impostos, encargos sociais e outras merdas, um valor igual ao salário do empregado. Se você recebe R$1 mil, o patrão tem que pagar outros R$ 1 mil para o governo.

O problema é que, no caso do Leonardo Oliveira, não tem como dispor de mais R$ 10 mil pra pagar esses encargos. Ele não tem R$ 20 mil pra folha de pagamento; tem só R$ 10 mil.

O que ele vai fazer pra resolver o problema?

Isso:



Por causa das leis trabalhistas, 5 pessoas perderam o emprego, e só 5 continuam trabalhando. Os encargos trabalhistas causaram este efeito: reduziram o número de vagas de trabalho pela METADE!

Vamos piorar a situação um pouco. 

Não bastasse este primeiro efeito, agora sai uma lei dizendo que o SALÁRIO MÍNIMO será de R$1.500,00. Quer dizer que cada empregado vai custar, para o Leonardo Oliveira, R$3 mil!

Como vai ficar a folha de pagamento do Leonardo Oliveira agora:



Mais dois perderam o emprego. As leis destruíram 7 vagas e deixaram apenas três.



Entendeu agora o porquê de as leis trabalhistas causarem DESEMPREGO?






Só que ainda tem mais! Desemprego é só o primeiro efeito! Há outros! Muitos outros!







O Leonardo Oliveira perdeu 7 empregados e manteve três. Ok. Só que o mercado não diminuiu de tamanho! Os três funcionários que sobraram vão ter que dar conta do serviço que os dez faziam! Leonardo Oliveira não está nem aí se o volume de trabalho é gigantesco! Ele só quer o serviço feito!

Os três funcionários, agora, vão trabalhar TRIPLICADO! Sobrecarga de serviço, cobranças intermináveis do Leonardo Oliveira, e tudo isso ainda mantendo a qualidade dos serviços!

Podemos dizer, com absoluta segurança, que os três funcionários que sobraram, agora, estão com a qualidade de vida PIOR. Excesso de trabalho significa DOENÇAS; significa STRESS; significa MENOR CONTATO COM A FAMÍLIA; ESCRAVIDÃO!






Estou exagerando? A maioria de vocês tem certeza que não! É só olhar a realidade aí do seu trabalho: FALTA GENTE! VOLUME DE TRABALHO DESUMANO! TODO MUNDO APREENSIVO, PORQUE O VOLUME DE VENDAS É INSUFICIENTE! 

A sobrecarga de serviços provoca stress, ansiedade e MEDO. Porém, não provoca mais medo que o fantasma da DEMISSÃO!






Voltemos ao supermercado Central do Búfalo.





Os três estão sobrecarregados de serviço, trabalhando feito uns cavalos. Mas não podem reclamar do trabalho, porque os outros 7 que perderam o trabalho estão lá na rua querendo o emprego de volta!

Como tem mais gente na rua que no trabalho, agora o Leonardo Oliveira pode se sentir à vontade pra se tornar um chefe cruel, arrogante, que pisa nos empregados sem dó; ele sabe que, se algum daqueles três pedir demissão, ele pode conseguir outro para o seu lugar RAPIDAMENTE; tem sete opções lá fora!

O medo da demissão, agora, se tornou uma constante entre os três empregados; como se não bastasse todo o stress da sobrecarga de serviços!

Além de pisar nos empregados, além de entupi-los de serviço, o filho da puta do Leonardo Oliveira ainda se vê no direito de ACHATAR OS SALÁRIOS dos três infelizes. Ele sabe que os três não têm opções, ao contrário dele, que tem sete reservas lá fora.

Alguns podem argumentar que o que impede o Leonardo Oliveira de achatar ainda mais os salários é o salário mínimo. Mas, na verdade, o salário mínimo é inútil. Se o salário mínimo está acima do que o Leonardo Oliveira pode pagar, ele simplesmente vai demitir funcionários, como no exemplo acima; se o salário mínimo for baixo demais, ninguém vai topar trabalhar por ele!









Estamos falando muito sobre os três infelizes que estão trabalhando no supermercado. Vamos esquecer um pouco eles e vamos nos voltar aos sete que perderam o emprego. Eles não vão conseguir outro emprego, por que, a exemplo do supermercado Central do Búfalo, as outras empresas também demitiram!

O que eles vão fazer? Alguns vão arriscar abrir o próprio negócio. Já outros (a grande maioria) vão recorrer à INFORMALIDADE! Por falta de emprego, agora, começam a surgir camelôs, pipoqueiros, vendedores de cachorro quente, ambulantes e toda sorte de trabalhadores informais.

Longe de mim dizer que o trabalho informal não seja "honrado". Porém, vocês hão de convir comigo que um trabalhador informal é MENOS PRODUTIVO e possui MENOR SEGURANÇA que um empresário ou um empregado. O trabalhador informal não tem a estrutura que uma empresa possui; não trabalha em equipe; não coopera!


Ao contrário das empresas, trabalhadores informais NÃO PODEM PARAR; se páram de trabalhar, seja lá qual for o motivo (até mesmo doença), páram de receber!









Desemprego, sobrecarga de serviço, stress, medo de demissão, salários achatados, informalidade. Estes efeitos são fáceis de se explicar. Porém, há ainda um último efeito um pouco mais complicado de se entender: o aumento dos preços!








Quem leu o texto Bolsa esmola e os seus reais efeitos já deve ter adivinhado como as leis trabalhistas provocam aumento dos preços. A lógica é idêntica àquela explicada naquele texto!

Por causa das leis trabalhistas, agora temos MENOS TRABALHADORES! Menos trabalhadores produzem MENOS COMIDA, MENOS ROUPAS, MENOS CARROS, MENOS TUDO! 



Se há menos produtos disponíveis, o que acontece com os preços? SOBEM!





Isso mesmo! Se há comida insuficiente pra todo mundo, alguém vai ter que ficar sem! E como se decide quem vai comer e quem não vai? Aumentando os preços, lógico! E quem vai pagar o pato no final das contas? OS POBRES! São eles, os mais pobres, que não terão condições de pagar os preços mais altos, e que irão se foder no final das contas!




Quem diria isso? As leis trabalhistas, criadas para "proteger o trabalhador pobre", na verdade, fazem com que seu salário diminua, empregos sejam destruídos e o preço de tudo, incluindo cesta básica, aumente



PUTA QUE PARIU! PUTA QUE PARIU!




E ainda tem quem defenda esse lixo chamado CLT (CACETE LONGO NO TOBA!)!





Ah, mas eu ainda defendo as leis trabalhistas. Ruim com elas, pior sem elas...




O que te leva a crer que sem as leis trabalhistas as coisas seriam pior???

As coisas nunca seriam pior sem as leis trabalhistas! Muito pelo contrário!

Sem as leis, agora, o número de vagas de trabalho DOBRARIA da noite para o dia, NO MÍNIMO! O desemprego, praticamente, iria desaparecer como num passe de mágica!

Mais gente trabalhando significa MAIOR PRODUÇÃO! Maior produção significa MAIS PRODUTOS DISPONÍVEIS, o que DIMINUI OS PREÇOS!

Camelôs, ambulantes e demais trabalhadores informais praticamente desapareceriam! A menos, claro, aqueles que realmente GOSTAM do trabalho informal. 

Com menos trabalhadores informais, os poucos que sobrarem na informalidade terão MENOR CONCORRÊNCIA, melhorando a qualidade de vida deles também!

O medo da demissão iria desaparecer! Muito pelo contrário: FALTARIA GENTE pra ocupar todas as vagas de trabalho disponíveis!

E, com mais gente trabalhando, haveria menos stress, pressão por resultados e volume excessivo de trabalho!



Vida pior sem leis trabalhistas é o meu ovo esquerdo!





Se você é trabalhador e inteligente, deveria lutar por esta causa: pela extinção de TODOS OS DIREITOS TRABALHISTAS! Pelo direito de VOCÊ decidir junto ao seu patrão seu contrato de trabalho. E com a garantia de que NINGUÉM irá se meter na sua relação de trabalho!


Países ricos não adotam leis trabalhistas, incluindo, entre elas, o SALÁRIO MÍNIMO. Em todos eles, os trabalhadores ganham MAIS e trabalham MENOS que aqui no Brasil. Isso não acontece por acaso!

56 comentários:

  1. É, mas aí muitas empresas teriam prejuízo e furaria a economia do país.

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  2. Não seria bem assim. Hoje o trabalhador, pela lei, não pode trabalhar mais que 8 horas por dia. Ok, muitos furam isso e obrigam os trabalhadores a excederem, tudo bem, porém, na justiça isso é pago, é revertido em $$. Da mesma forma que as empresas não pagam o governo. Elas tem dívida, não pagam tributos e isso acontece com as maiores empresas que terão seu nome vinculado à Procuradoria da Fazenda Nacional.

    A sua ideia seria boa em um mundo ideal, onde as leis não são necessárias. Não é o nosso caso. As empresas mandariam embora sem nem pensar, e estes não poderiam ingressar na justiça, cobrando tudo que a empresa lhe deve pois as LEIS TRABALHISTAS foram extintas.

    Sobraria insegurança. Todos temeriam a demissão pois agora ela seria fácil. Não haveria nada que segurasse os patrões de demitirem.

    Uma coisa é pedir a revogação dentro de uma lei, a outra é pedir a total extinção dela.

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    1. Calma cara, se tem uma coisa que eu aprendi é que não podemos medir o mundo a partir de nossa realidade.
      É que voce está pensando nas relações de trabalho como um dono de fazenda que compra um boi novo e não como se o empregado fosse um prestador de serviços, as horas trabalhadas são acordadas no contrato, como ocorre em alguns locais dos EUA por exemplo, e sobre demissão, as empresas não mandariam embora sem pensar duas vezes, eles mandam embora quando estão insatisfeitos ou por força maior, seja com CLT ou sem (exemplo da minha mãe que foi mandada embora com 17 anos de empresa).
      Quando voce trabalha, voce simplesmente presta um serviço para alguém, é isso que o povo tem que ter na cabeça, voce não é um ser especial que está lá para ser valorizado e todo o bla bla bla romântico que TU criou na sua mente, como me disseram uma vez na faculdade de Direito "aprendam com o estágio que teu chefe É o seu principal cliente".

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    2. Sua questão está respondida no final do texto.

      Sem leis trabalhistas, no mínimo, o número de vagas de trabalho dobraria. Medo de demissão, em um contexto de vagas sobrando??? Impossível!

      Além disso, o patrão poderia, por exemplo, pagar por PRODUTIVIDADE, ao invés de HORAS TRABALHADAS (bem mais justo). Isso incentivaria os trabalhadores a produzirem mais e em menor tempo, dando oportunidade de trabalhar em mais de um lugar ao mesmo tempo.

      Não precisamos de leis. Nunca precisamos!

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    3. E o que aconteceria com os empregados que fossem demitidos sem qualquer razão? E pq não aconteceria isso? Sem leis o empregador pode demitir por qualquer motivo, até pq o preço do empregado está muito caro.

      O contexto de vagas sobrando é extremamente relativo. Você pode 100 pessoas desempregadas, porém apenas 10 delas mexem com analise de sistema, por exemplo, e você precisa de 2.

      Sobraram 98, sendo 8 analistas. Porém uma empresa precisa de 98 pedreiros. Se é esse seu contexto, qualquer emprego serve, então tudo certo. Mas quem fez faculdade e estudou não vai aceitar qualquer coisa.

      Pagar por produtividade? Ué, já não tem isso? Digo, metas, né. O empregado que atingir determinadas metas será recompensado. E imagina só aquele pai que precisa sustentar a familia e ficaria 14 horas trabalhando pois a produtividade dele será recompensada. Ué, o que mudaria do que você criticou?

      Curto muito o blog, mas acho, neste ponto, o racicionio completamente equivocado.

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    4. Ora, se você é competente e teu patrão te demite sem razão, quem está perdendo é ele, não você! Uma empresa que demite bons empregados tende à falência! Não entendi o porquê de se preocupar com isso!

      Vagas sobrariam, e fim de papo! Em todas as áreas! Se alguma delas ficar sem vagas, é porque outras estão sobrando trabalhadores. Agora, se uma enxurrada de gente resolver fazer análise de sistemas e ficar sem mercado por isso, aí é outra história.

      Não existe pagamento por produtividade. Se tu produz o dobro do teu colega, isso não implica em salário dobrado.

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  3. O Anônimo ai em cima, deixa de ser burro, sem CLT, os salários aumentariam (claro que não da noite para o dia!), o trabalhador negociaria diretamente com o empregador, caso não goste do acordo, num mercado ainda mais livre sem CLT, ele poderia caminhar para outra empresa, num ambiente de liberdade econômica os salários são superiores ao nosso modelo "socialista", o custo de vida é mais baixo, não precisa ser muito inteligente para perceber isso.

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  4. A idéia e muito boa e verdadeira. Mas teria que ser colocada em prática no Brasil e que, em um país como nosso, seria difícil de colocar, por diversos fatores. Concordo plenamente.
    Aconteceu comigo, o trabalho era gigante e pouco empregados. Acabei trabalhando igual um cavalo e sendo demitido posteriormente.

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  5. Na boa não discordo totalmente mas acho que tem algumas falhas no raciocínio. Por exemplo, partir do princípio que o Leonardo Oliveira SEMPRE estaria disposto a pagar R$ 10.000,00. O brasileiro é metido a esperto por natureza e pode ser que sem direitos ele pagasse so os R$ 3.000,00 mesmo. Sem direitos trabalhistas não haveria INSS e sem INSS o trabalhador não teria segurança em caso de acidente de trabalho por exemplo. Acho que era mais fácil isso virar a China do que a Noruega (e ninguém pode falar que na China as pessoas vivem bem). Sou a favor de desonerar a folha...agora abolir todos os direitos trabalhistas do dia pra noite? Isso só funciona em um país com pessoas esclarecidas (não é o nosso caso).

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    1. Se você não quiser pagar o salário ideal e o seu concorrente quiser pagar, você vai PERDER os seus funcionários. Quem vai se foder, no final das contas, será você.

      INSS como segurança? Faça-me o favor! INSS está quebrado! QUE-BRA-DO! O Inss não passa de um esquema de pirâmide, igual Telex Free, com a diferença de que é MUITO MAIOR e legalizado! E, ainda por cima, somos obrigados a sustentar aquela bosta!

      Seria muito melhor se o dinheiro ficasse com os segurados e eles próprios formassem poupança.

      E não precisamos de pessoas esclarecidas para abolir as leis. Precisamos só jogar aquela bosta do caralho na lata do lixo!

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    2. Sem INSS o trabalhador poderia contratar uma previdência privada, colocar dinheiro na poupança, aplicar em algo que traga rendimento, colocar embaixo do colchão, fazer qualquer coisa, isso que fazem é extorsão, até pq o INSS hoje em dia cobre coisas muito estúpidas, como o auxílio reclusão por exemplo, tua contribuição mensal é aquela que paga o auxílio do assassino do seu vizinho que puxou 10 anos de cana, sem contar da contribuição obrigatória ao sindicato.

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    3. Leandro tavares, o imbecil que fala para caralho sem apresentar um argumento.

      Se não gosta de previdência privada que invista em ações. Se não quiser investir e quiser torrar tudo na balada, foda-se, cada cachorro que lamba sua caceta. Direito do idiota gastar o que quiser e direito meu não querer pagar pelas cagadas alheias.

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    4. Isso sem falar que qualquer coisa que venha do governo é extremamente ineficiente e corrupta então por pior que seja a previdência privada ela será muito melhor que o inss.

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    5. Leandro Tavares é português. Tá explicado.

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    6. Se bem que o dono do blog Marxismo Cultural também é português, e é inteligente pra caralho. Então fica a dúvida.

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  6. Sei não, eu não confio nos empresários. Já foram baixados impostos algumas vezes e o valor final não foi alterado para o consumidor. Capaz do governo retirar os impostos sobre o trabalhador e ao invés do empresário contratar mais gente ou aumentar o salário, embolsar tudo e deixarem se fuder.

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    1. O que determina os preços é a quantidade de pessoas interessadas no produto e o estoque.

      Se o estoque estiver baixo, o preço aumenta! e aumenta por um motivo: não há estoque suficiente pra atender a todos. alguém vai ficar sem ser atendido, e este alguém são os pobres, que não conseguem pagar os preços altos.

      O que realmente baixa preços é produção. aumente os estoques que os preços caem.

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    2. Se um empresário embolsar, o competidor dele não embolsa e pronto, o empresário embolsador perde funcionários. Os preços naturalmente se ajustarão ao que realmente devem ser, sem distorções governamentais que só fodem os dois lados.

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  7. hahahah... sem leis trabalhistas então.
    Cara, seu pensamento é limitado nessa área, aprenda mais e depois escreva.

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  8. é isso.. vamos fazer isso..
    sem salário mínimo... empregadores vão colocar 100 reais como teto e vc vai fazer o que, greve??? manifestação... pior post, na verdade, primeiro post ruim desse blog.

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    1. se a sua teoria estivesse correta, então, hoje, patrão nenhum pagaria mais que o salário mínimo.

      curioso é que quase todos os empresários pagam mais que o mínimo. como você explica isso?

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    2. Caralho os esquerdistas são tão burros que não entendem algo ridícuo como oferta e procura.

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    3. Enquanto isso no Maravilhoso mundo do Sr. X
      Habitantes 100.000

      Pessoas aptas ao trabalho = 50.000

      Empresas X, Y, Z

      Empresa X = Quantidade máxima de funcionários 1.000, trabalham 24 horas por dia e recebem 100 reais.

      Empresa Y = Quantidade máxima de funcionários 3.000, trabalham 23 horas por dia e recebem 150 reais.

      Empresa Z = Quantidade máxima de funcionários 1000, trabalham 1 hora por dia e recebem 10.000 reais

      Temos 5.000 trabalhadores sendo que 45.000 desempregadas.

      O que os funcionários da empresa X e Y devem fazer?
      Segundo o Sr. X, sair da empresa e ir para a Z, claro.

      Então o que aconteceria com a X, já que todos seus funcionários saíram? Ah, sim, ainda existem 45.000 pessoas que precisariam trabalhar, será que estas não estariam dispostas, e mais, as 1.000 que saíram da X não conseguirão entrar na Z, pois na empresa Z não há vagas.

      E olha só, a empresa Z paga 10.000 e lucra pelo serviço de cada funcionário 100.000 mensal.

      Mas no maravilhoso mundo do Sr. X, a empresa X vai de bom coração diminuir a carga horária e aumentar o salário pois ela tem medo de ficar sem funcionários.

      Sr. X,leia o arts. 6º e 7º da Constituição federal.
      Leia a história, leia como chegamos as vitoriosas leis que protegem o trabalhador. Antes de mais nada, leia atentamente, sua resposta está lá.

      E vulgarmente falando, o senhor sabe quanto uma empresa lucra com serviços dos trabalhadores?

      Eu tenho certeza absoluta que não.

      Admiro o blog que sempre fala o que realmente acontece, agora postar um conto de fadas, em que o empregador vai perder funcionários pois estes trabalham mais e recebem mal para outros que pagam bem e trabalham menos. Hahahah...

      Cara, respeito sua opinião, mas você foi muito mal.

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    4. kkkkkk...Quanto ao Digníssimo Senhor, já está errado começando pelo apelido... kkkkkkkkkkk.... fé na humanidade...fé.

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    5. Você se esquece de alguns detalhes:

      1 - Sem leis trabalhistas, TODAS as empresas do país, imediatamente, dobrariam o número de vagas de trabalho. Ponto.

      2 - O número de empresas poderia ser bem maior (bem como o número de vagas de trabalho), não fosse a legislação que atrapalha a abertura de novas empresas.

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  9. Generalizou demais, você deveria ter especificado quais leis trabalhistas que prejudicam, afinal nem todas são maléficas, já imaginou se não existissem leis trabalhistas? Você poderia trabalhar durante 16hrs e receber o mínimo possível por isso e não podia reclamar pois não tem teria lei alguma para ser cumprida. Poucas coisas tem lógica nesse texto.

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    1. se o teu patrão te oferecer um contrato de 16 horas de trabalho e o concorrente oferecer 8 horas, seu patrão vai perder todos os empregados. simples assim.

      você poderia combinar com teu patrão para receber por PRODUTIVIDADE, ao invés de horas trabalhadas. Seria o mais justo, e te incentivaria a trabalhar melhor. Mas as leis te proíbem de fazer isso. Você é obrigado, por lei, a receber o mesmo que seu colega incompetente e improdutivo.

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    2. Argumento idiota. Oferta e procura amigo. Competição.

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    3. "Você é obrigado, por lei, a receber o mesmo que seu colega incompetente e improdutivo."

      Disse tudo !

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  10. E se o trabalhador ficar doente? Como que fica? O patrão vai mandá-lo embora, o cara está doente e se fode. Onde estariam as leis trabalhistas? A essência é boa, mas acho que não daria certo desse jeito extremo.

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    1. Caralho, tudo isso pode ser ACORDADO entre você e o seu patrão. Se você quer mais segurança pode quere um contrato com uma cláusula dessas, que impeça demissão em caso de doença. No entanto, isso terá um custo pois seu patrao está assumindo esse risco de ter que te pagar sem receber o seu serviço.

      Aí você pensa "então com a lei é meelhor". Com a lei é melhor é o caralho, pois assim você obriga todos os trabalhadores a pagarem o custo da segurança de todos, sendo que deveriam ter o direito de pagar ou não esse custo. Note ainda que mesmo que sem esse direito você pode simplesmente manter uma reserva para imprevistos, oras.

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    2. Digníssimo Senhor foi brilhante.

      Mas a resposta do anônimo para o problema que ele próprio apontou é INSS.

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  11. Dá para combinar com o patrão, mesmo existindo leis trabalhistas, o jeito que quiser, seja por produtividade e etc. Seria como prestação de serviço: um autônomo prestando serviço para uma empresa, sem lei trabalhista envolvida. Isso existe já, mesmo com leis trabalhistas, é possível já botar em prática a ideia, e já é botada em prática.

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    1. Só que o patrão fica com o cu na mão de tomar uma naba trabalhista do tamanho de uma locomotiva no cu. assim você limita a competição no mercado e aumenta os custos.

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  12. Parabéns Sr. X, a CLT é uma merda que deveria ser destruída, infelizmente na Republica Bolivariana das Bananas só se anda para a esquerda.

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  13. O que o dono do mercado paga a mais na verdade é usado para pagar aposentados por idade, por invalidez, seguro desemprego, auxilio doença.. se as empresas parassem de contribuir todos os que se incluem nos exemplos que eu falei morreriam de fome.

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    1. Simplesmente, daqui em diante as pessoas teriam que se preocupar com seu futuro, guardando dinheiro, investindo em previdência privada ou em outros tipos de fonte de renda para o futuro ao invés de virar um escravo imbecil dependente desse leviatã maldito chamado Estado. Ou seja, os brasileiros teriam que agir como todo cidadão de primeiro mundo e cuidar da sua própria vida e de suas responsabilidades. Acontece que isso é impossível num país que já está contaminado há muito tempo com a doença vermelha esquerdista e fica limitado por esse raciocínio de dependência estatal, esperando tudo pronto nas mãos.

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    2. Entendi, então só porque eu nasci nesse pedaço de terra chamado brasil eu sou OBRIGADO a trabalhar para sustentar os outros sem receber nada em troca por isso. Isso para mim se chama... ESCRAVIDÃO... Somos ESCRAVOS do Estado e daqueles que não se precaveram... que lindo.

      Acho que então pelo seu raciocínio se eu for um agricultor muito pobre e doente eu tenho o direito de escravizar uns caras por aí para garantir meu sustento? Que lindo.

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  14. Muito interessante, essas postagens da Real sobre o livre mercado estão me abrindo os olhos, parabéns. Mas tenho uma dúvida, e em casos como um acidente de trabalho em que o indivíduo venha a possuir invalidez, sabendo que uma pessoa nunca imagina que poderá ficar tem capacidade de trabalhar, ele morreria de fome, ou o empregador seria obrigado a sustentá-lo?

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    1. Com mais dinheiro no bolso, o próprio empregado resolveria o problema. Poderia poupar, contratar um seguro privado, sei lá!

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    2. E de qualquer forma, repito o argumento acima. Se o cara não se precaver, isso ME TORNA OBRIGADO A SUSTENTÁ-LO? QUAL É A LÓGICA, A MORAL, DE ESCRAVIZAR ALGUÉM QUASE METADE DO ANO PARA SUSTENTAR AS CAGADAS ALHEIAS?

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    3. Isso é "justiça social. Repito, cada cachorro que lamba sua caceta. Que quiser que faça um plano de aposentadoria privada que cubra riscos de acidente. Quem não quiser, que corra o risco. Não é justo eu ser obrigado a pagar por um seguro que eu posso não querer, e não é justo ninguém ser obrigado a pagar pelo meu acidente, ué.

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  15. E os autônomos e as pessoas jurídicas que muitas vezes já nem tem esses benefícios?

    Poderia falar mais sobre eles?

    Senti falta de algo mais completo nesse artigo caro Sr. X, ficarei agradecido se puder agregar mais informações ao mesmo para maior esclarecimento dos confrades. Obrigado pelo artigo e até a próxima.

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  16. Sr. X entendo sua lógica sobre oferta e demanda. Aparentemente conhece muito bem os conceitos básicos de economia. Mas novamente reitero, acho que está sendo inocente em suas colocações e imaginando um mercado perfeito onde os patrões não se comunicam e tem boas intenções.

    Por exemplo, imaginemos os metalúrgicos (mas também se aplicam aos bancários e diversas outras categorias). Digamos que o piso da categoria nas montadoras seja R$ 2500,00. Se não houvessem leis trabalhistas ou convenções o que impediriam as montadoras de abaixar os salários para R$ 2.000,00? R: ELES IRIAM PARA OUTRAS MONTADORAS! Não...na verdade existem bem poucas e todas poderiam pagar só R$ 2.000,00 e todas ganhariam. R: ELES IRIAM FAZER OUTRA COISA DA VIDA! R: Não...na verdade eles não tem outra qualificação e R$ 2000,00 ainda é um salario maior do que eles ganhariam como frentista de posto por exemplo. R: O ACORDO É RUIM ELES FICARIAM EM CASA! R: Duvido muito! NA VERDADE ELES TRABALHARIAM PELOS R$ 2000,00 mesmo.

    Esse tipo de acordo também poderia acontecer localmente principalmente em cidades pequenas (imagina uma cidade com 2 postos de gasolina, o que impede os donos de conversarem entre eles e diminuírem o salário dos frentistas? Novamente mesmo com o salário rebaixado ele ainda pode ganhar mais como frentista do que fazendo outra coisa).

    O que eu quero dizer é: não existe concorrência perfeita, e as pessoas não são multifuncionais...se eu só sei ser garçom e todos os restaurantes pagarem pouco não saberei ser marceneiro.

    Abraços

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    1. Sabe por que existem poucas montadoras?

      Por que o GOVERNO (grave bem: o GOVERNO) impede que montadoras estrangeiras venham para cá e ofereçam serviço melhor que as nacionais!

      Por culpa do GOVERNO, há poucas montadoras no país, o que resulta em produção menor. Produção menor = PREÇOS MAIS ALTOS. Isso te lembra alguma coisa?

      Além disso, se o salário de determinada categoria baixa, é porque tem GENTE DEMAIS trabalhando nesta categoria, enquanto outras categorias estão com POUCA GENTE DISPONÍVEL. Cabe ao excesso de gente mudar de setor.

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    2. Sr. X destruiu. O governo cria problemas para inventar soluções que criaram mais problemas e assim sucessivamente. No fim das contas nós estamos sufocando na merda governamental.

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    3. Irmãos não existem montadoras nacionais desde a Gurgel (exceto umas poucas com carros de nicho, não sei o nome particularmente de nenhuma). Ou seja, todas são multinacionais. A produção atende a demanda. A verdade é que somos explorados pelas montadoras e nisso o governo poderia INTERVIR baixando a margem de lucro em troca dessas reduções de IPI.

      Exemplo da nossa exploração e margens absurdas: https://www.youtube.com/watch?v=ifp3L0xYmF4

      Cabe ao excesso de gente mudar de setor: desde que as pessoas consigam se qualificar pra isso, o que é impossível em um país com o nosso nível educacional.

      Quero lembrar que o país com a maior carga tributária do mundo é a NORUEGA (e um dos maiores IDH's). Quem não gostaria que o nosso país fosse como a Noruega? Ou seja o problema não é a carga e sim a roubalheira.

      A China por sua vez não tem CLT e as pessoas são escravas. Alguém toparia trabalhar lá?

      Não acredito que existam fórmulas mágicas do tipo: Acabem com a CLT, mudem as regras, votem no Enéias e etc. Acredito sim que antes de qualquer coisa nosso país tem que investir em educação e formar cidadãos mais politizados e com mais senso crítico.

      Por fim quero agradecer a todos que expressam suas opiniões e ajudam a engrandecer a discussão trazendo conhecimento para todos.

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  17. O problema é que o interesse do patrão é pagar cada vez MENOS e explorar cada vez MAIS o trabalhador. E o interesse do trabalhador é trabalhar cada vez MENOS e ganhar cada vez MAIS. Sem entrar no discurso marxista, existe um conflito de interesses aí.

    Ou seja, se as leis trabalhistas fossem abolidas, o dono do mercado Central do Búfalo ia pagar AINDA MENOS para seus funcionários e o que ele pagaria de imposto iria simplesmente ser destinado para SEU PRÓPRIO LUCRO.

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    1. Primeiro que ter lucro não é de forma alguma imoral.

      Segundo que existe algo chamado competição, e existiria muito mais se não fosse o governo atrapalhando (novamente criando problemas e dando soluções que geram mais problemas num ciclo vicioso inacabável), e essa própria competição faria com que os preços do trabalho se ajustassem a ficar no patamar do "correto", que muito provavelmente seria bem acima do patamar atual.

      Se eu sou um dono de mercado e acaba a CLT e eu vejo que meus concorrentes estão abaixando salarios eu dou pulo de alegrias e deixo o meu igual, porque aí poderei pegar para mim os MELHORES FUNCIONÁRIOS DO MERCADO, o que fará com que minha empresa seja muito melhor e mais eficiente, e logo vou lucrar muito mais.

      Não adianta tentar inventar situações e conjecturas, a abolição da CLT seria benéfica para TODO MUNDO, exceto para os populistas que se fazem em cima dessas babaquices e para os ladrões que estão desviando grana ou "investindo" a grana em empresas de amigos no INSS e no FGTS.

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  18. Texto muito ruim e sem fundamentação, bem típico de um playboyzinho que nunca pegou em uma enxada nem para comprar. Não fale besteiras garoto, antes das Leis Trabalhistas surgirem, as pessoas eram submetidas a uma carga de trabalho de 15 a 20 horas diárias de domingo a domingo, sem direitos a: salário mínimo, férias, 13º salário, seguro desemprego e proteção contra demissões arbitrárias. Se não fossem essas leis, teu papaizinho jamais conseguiria sustentar tua família, você e sua mãe teriam que trabalhar também, pois o salário baixíssimo não iria suprir as necessidades mais básicas. Como consequência do desumano trabalho, vocês iriam viver pouco e ter várias doenças principalmente respiratórias nesta curta e miserável vida. Teus filhos ainda crianças já iriam trabalhar porque sem os direitos trabalhistas não existiriam limites ao trabalho infantil.
    Agora uma pequena aula: As Leis Trabalhistas foram implantadas no Brasil pelo fato de já existirem em outros países como EUA e Inglaterra, ou seja, a pressão era muito forte por parte da população e a criação dessas leis inevitável, por mais que alguns reacionários com titica de galinha na cabeça e seus filhinhos mauricinhos façam birra contra.

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  19. Você acha mesmo que iria haver competição entre os empresários? Eles entrariam em acordo. Fora, que nem todos os lugares dobrariam as vagas de emprego. Os empresários se reuniriam, e estabeleceriam um "teto" a se pagar aos funcionários. Por exemplo; se um frentista recebia 1.000, os empresários só pagariam 600, você não teria pra onde correr, já que eles já entraram em acordo entre eles. Também não aumentariam as vagas de emprego, por exemplo; se eu preciso de 10 funcionários, pra que contratar mais? Fora que se eu precisar de mais mão de obra, pago mais uma esmola e boto o funcionário pra trabalhar mais. Pode ser que o funcionário não aceite a esmola, então, o que o patrão faz? Manda o funcionário embora e contrata outro e pronto. Os outros funcionários vão ficar com medo, e vão trabalhar por qualquer migalha que o patrão lhes oferecer. Fora, que não terão pra onde correr, porque todas as empresas serão iguais.

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