Não proíbem o análogo feminino! (HJ)

Resgatado por.... vocês já sabem!


por Mario Bros

Observo que só recebem críticas as coisas que são boas pro homem, mas o análogo feminino é visto como algo normal é aceitável.

Um exemplo é o par “garotas de programa” e “baladas”. O primeiro, apesar de ser um mercado justo e altamente rentável para ambas as partes, é proibido em vários países, e pesadamente criticado pelas feministas e a sociedade em geral, que o caracterizam como “exploração da mulher” ou “coisificação da mulher”. Já as baladas são bem vistas por todos, ainda que elas sejam um verdadeiro sistema de exploração de 80% dos homens que a freqüentam, pagando caríssimo pelas entradas para que a empresa deixe mulheres entrarem e beberem de graça, que depois liberarão suas xoxotas pros 20% dos homens que se destacarem, e que efetivamente comerão todas as putas.

Para proibir as garotas de programa tem que proibir as baladas também. Para liberar um tem que liberar o outro, do contrário teremos uma situação injusta.

Outro exemplo são as “novelas” e a “pornografia”. Novelas como “Malhação” são classificadas como “programação livre”, própria para todas as idades, ainda que corrompam o futuro apresentando idéias altamente nocivas para as crianças, como no episódio de terça-feira dia 16/09/08, onde a namorada de um tal de “Gustavo” disse que namoro é algo “careta” e que o melhor é um “relacionamento aberto”, de forma que a mulher esteja “livre” de toda “opressão patriarcal” e transe com outros homens além do “oficial”. Enquanto isso, a pornografia é classificada para maiores de 18 anos ou 21 anos, imprópria de passar na TV aberta ainda que de madrugada, e considerada “exploração da mulher”.

No entanto, uma análise lógica e fria revelará que novelas como “Malhação” são muito mais nocivas do que qualquer pornografia. O primeiro é assistido por crianças, que correm o risco de se corromperem com as idéias nocivas do seriado, comprometendo todo o futuro da nação e do mundo. Já a pornografia, apesar de classificada para maiores, não tem nada de mais, e apenas mostra as mulheres como realmente são, em seu “estado puro”.

Outro exemplo, de acordo com nossa sociedade não há problema nenhum numa mulher que, vestindo uma deliciosa calça de ginástica, diga em nossos ouvidos que "está sem calcinha". Mas o homem será punido de forma implacável, por assédio sexual, caso perca o controle e reaja ao "estímulo". Ou seja, a mulher pode nos assediar "psicologicamente", mas ao homem não é permitida reação, a menos que seja um cafa ou ricaço.

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