Bem-vindos a realidade (só para os bons)!

Resgatado por Nedless Kane

por Rafael

Descreverei a saga do homem comum, não rico, não cafa, não marginal e similar, no ensino superior. A saga começa no colegial quando geralmente as famílias de classe média, para cima, matriculam seus filhos em Anglos, Objetivos, Poliedros da vida. São escolas que prometem uma pedagogia moderna, criando um clima "cool" de aprendizagem. Ledo engano, são verdadeiros campos de concentração para o homem comum.




As mulheres, alunas deste tipo de escola, são vadias patricinhas que têm como único objetivo conquistar os professores descolados como meio de provar que já são maduras, afinal estão com caras mais velhos. Os professores, em geral, dividem-se em 2 frentes: esquerdistas que deturpam e professores descolados, moderninhos. São cheiradores de pó e passam a vara nas alunas, humilham o aluno (homem comum) à base de um clima "cool". Os demais homens diferenciados geralmente são playboys e cafas, que praticam agressões psicológicas em cima do homem comum. Mesmo num ambiente hostil, o homem comum se vê obrigado a estudar como um zumbi para passar no vestibular.




Aqui surge outro problema, ele está com hormônios à flor da pele, não consegue se concentrar, é desprezado pelas colegas de classe e também por mulheres mais velhas, haja vista que são novos. Precisam comer, portanto, putas. Estudam como zumbis mas descobrem que não sabem o que querem. Recorrem às psicólogas destas escolas, as mesmas que passaram a faculdade de psicologia toda fumando maconha e quebrando tudo em festas, sendo contratadas pelo dono da escola porque são, sobretudo, bonitas. Elas aplicam um monte de teste impessoal, padronizado, fingindo que se importam, mas também acham o homem comum um verme. Ao final dos 3 anos há uma espécie de prêmio: porto seguro, local em que o nível da vadiagem é tão alto que até mesmo um homem comum tem chance de pegar alguma sobra. Se ele não for para o limbo, cursinho, finalmente irá para a universidade, algo que seus professores descolados vendem como a salvação, a grande mudança de vida.




O homem comum, portanto, vai cheio de expectativa, acha que finalmente será respeitado como homem. Ledo engano. Logo de cara já é recebido com o tal trote. O trote é vendido como meio de interação, o que é uma piada. No trote o homem comum é humilhado física e psicologicamente pelos cafas e marginais, mesmo outros homens comuns, que são veteranos, também o humilham, haja vista que querem demonstrar força para as vadias da universidade. As vadias da universidade, como de praxe, tratam-no como verme, algumas até ensaiam aproximação durante o trote só para ter o prazer de desprezá-lo. O homem comum é mal visto até mesmo pelos funcionários da Universidade. No ensino superior cobra-se muito a pro atividade, palavra moderninha usada por psicólogas maconheiras e psicólogos viados.




Na verdade, o aluno passa a vida toda recebendo informação, passivo, sem pro atividade, daí, do nada, resolvem cobrar isso, é como jogar uma pessoa na água, uma pessoa que nunca nadou, exigindo que ela vença uma competição. A dinâmica pessoal no ensino superior é a de sempre: suas colegas de sala o desprezam porque elas querem homens mais velhos, veteranos. Os professores o ignoram porque têm casamentos fracassados e ficam loucos para passar a vara nas alunas. Aqui, pelo menos, o homem comum pode pegar uma coroa ou então alguma mãe solteira (comida por cafa e jogada no lixo).

Ele também é deixado de lado nas inúmeras festas à base de orgia que rolam, sequer é convidado. Nas universidades há os tais DAs, antro de maconheiros, vadias e uma minoria esquerdista.

Lá se discute, sobretudo, onde será a próxima orgiástica. Na universidade se o homem comum se o homem comum mandar uma real ele será rotulado como machista escroto, porco insensível. Continua estudando como zumbi. Ao final do curso vem uma espécie de prêmio: as mulheres de sua sala, que passaram anos sem saber seu nome, dão-lhe um abraço e choram de emoção, dizem que vão sentir saudade, como se fossem amigos há tempos.




O grande final: formado, julgando-se preparado, o homem comum descobre que não está apto para o mercado de trabalho, afinal ele não cumpre as exigências absurdas, como ter dado umas cambalhotas no vácuo do universo. No desespero, manda currículo para tudo quanto é lugar, aceitando qualquer emprego merda só para poder começar, mas não acaba aqui. Para ser contratado ele precisa ser entrevistado, passar por dinâmicas. Estas dinâmicas foram desenvolvidas por psicólogos afeminados que visam destruir qualquer ato viril, identificam os mais submissos, são conduzidas por psicólogas. Sim amigos; as mesmas que passaram a faculdade fumando maconha e sofrendo dupla penetração nas festas orgiásticas...




Bem-vindos à realidade.

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