O sofrimento do apego na visão psiquiátrica:

Por tomoaki

De acordo com os psiquiatras o apego, e todas as consequências resultantes como o sofrimento afetivo, carência, comportamento submisso, etc, chama-se Transtorno de Personalidade Dependente:


tem dificuldade em tomar decisões todos os dias sem uma quantidade excessiva de conselhos e reasseguramento de outras pessoas

Outras necessidades para assumir a responsabilidade pelas principais áreas de sua vida

Tem dificuldade em expressar discordância de outros por causa do medo da perda de apoio ou aprovação.

Dificuldade em iniciar projetos ou fazer coisas em seu próprio projeto (devido à falta de autoconfiança em seu julgamento ou capacidades, não por falta de motivação ou energia)
Vai a extremos para obter carinho e apoio dos outros, a ponto de voluntariar-se para fazer coisas que são desagradáveis

Sente desconforto ou desamparo quando sozinho por causa de temores exagerados de ser incapaz de cuidar de si mesmo

Busca urgentemente um novo relacionamento como fonte de cuidado e apoio, quando termina uma relação estreita

É irrealisticamente preocupado com temores de ser abandonado para cuidar de si mesmo

fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_de_personalidade_dependente

Isso é escrito no DSM-IV: manual de disgnóstico de transtornos mentais. Dado o disgnóstico, os psiquiatras e psicólogos tratam isso com remédios e com psicoterapia.

O que o N.A diz sobre a paixão e apego é o ponto de vista filosófico. Já o que abordo aqui, é o ponto de vista médico, ou psiquiátrico, que é um transtorno mental e deve-ser tratado com psiquiatras e psicólogos no ponto de vista médico.

Falo isso sem querer desmerecer a filosofia de N.A, que ajuda também, claro

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