TPM, como foi inventada, assustadora realidade.

Por Iron Balls


A história do feminismo pode ser dividida em três "ondas".

1800-1950 - A primeira onda se refere principalmente ao sufrágio feminino, preocupados principalmente com o direito da mulher ao voto. 
Ainda assim, feministas como Voltairine de Cleyre e Margaret Sanger já faziam campanhas pelos direitos sexuais, reprodutivos e econômicos das mulheres nesta época.

Susan Brownell Anthony (* 15 de fevereiro de 1820 – † 13 de março de 1906) 


Embora nunca tenha se casado, Anthony publicou seus pontos de vista sobre o casamento, sustentando que uma mulher deveria poder recusar-se a fazer sexo com seu marido


Ela usou a desculpa, que era um elemento essencial na prevenção de gravidez indesejadas, através do uso de abstinência como método contraceptivo.

Inspirados nos ideais de Susan Brownell Anthony, que criou métodos, para minar o poder masculino, no final da primeira onda em 1930, foi inventado termo TPM, um artifício que as mulheres inventaram para poderem ser irracionais e não serem responsabilizadas por isso, negando aos homens sexo e assim domando os de vez, dessa vez com uma desculpa esdrúxula.




Nos anos 50, começou a luta para que não mais participacem na guerra, depois da segunda guerra, ja se formava o inicio do que seria a segunda onda.

1960-1980 -A segunda onda se refere às ideias e ações associadas com os movimentos de liberação feminina, que lutavam pela igualdade legal e social para as mulheres. 


(OBS: Já queriam tomar nossos empregos naquela época, e fazer sexo livre sem ser chamadas de putas)

1990 - em diante - A terceira onda seria uma continuação - e, segundo alguns autores, uma reação às suas falhas - da segunda onda, e também como uma retaliação a iniciativas e movimentos criados pela segunda onda.


Nessa fase, o homem foi incentivado a se feminilizar, o apoio aos Gays tambem foi devastador, e o golpe final foi a consolidaçao delas no mercado de trabalho.

Nossas avós tiveram TPM? não!!!!! é pq não existeeeeee!!!!
E ai ainda acreditam em TPM?

trechos traduzidos por mim dos livros :

Cornell, Drucilla. At the heart of freedom: feminism, sex, and equality. Princeton, N.J.: Princeton University Press, 1998. 

Gilligan, Carol. In a different voice: psychological theory and women's development. Cambridge, Mass.: Harvard University Press, 1993. 

Gillis, Stacy. Third wave feminism: a critical exploration. Basingstoke: Palgrave Macmillan, 2007.

2 comentários:

  1. Muito interessante... Aviso aos amigos nao discutam este termo com mulher. Elas vao dizer que existe e so pq voce nao é mulher nao sabe como elas sofrem. Eu nao ouvi isso da minha namorada, mas sei que ela falaria, caso eu comentasse a inexistencia da tpm.

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