A matrix chamada "mercado de trabalho".

Por Arthur Vinícius

Recebi este -mail de um amigo, e estou compartilhando com os senhores. O título eu troquei ("Oportunidade" é o tema original) e fiz acréscimo no final. 

A Matrix chamada MERCADO DE TRABALHO.

SENHORES E ESCRAVOS

Em todos os países existem grandes e pequenas cidades industriais. Lugares onde o reside o maior
trabalho escravo do mundo. Próximos ao centro destas cidades se localizam as comunidades
colonizadas, onde vivem os escravos. Eles se tornam escravos de um grande senhor chamado
MERCADO DE TRABALHO, quando terminam seus estudos e se sujeitam a labutar de sol a sol
por 35 anos para enriquecerem outras pessoas, trabalhando com a CARTEIRA ASSIM-NADA. 

A  cada manhã, as pessoas andam em bandos e pegam coletivos, alguns até no seu próprio carro, às
vezes demorando mais de uma hora em direção à área industrial. Cada um está em seu posto por
volta das 08:00 da manhã. Ali eles se informam com seus senhores-chefes sobre os deveres do dia.

Durante todo o dia, os escravos permanecem enclausurados em pequenas celas chamadas de "salas"
ou "baias", que por serem abertas, dão uma falsa sensação de liberdade - mas as punições para
quem deixa a sua cela sem autorização são severas. Ali ficam até as 18:00 ou 19:00 horas, quando
são soltos. O escravo não tem como escolher quantas horas vai trabalhar no dia, sendo algumas
vezes convocado para trabalhar além do horário, até que o seu chefe esteja satisfeito e lhe diga que
ele pode ir embora, de acordo com os caprichos e o bel-prazer do patrão.

A cada ano dizem aos escravos quando podem tirar férias, por quanto tempo e quando devem
regressar. A eles é apenas informado quanto ganharão e qual será o seu horário, não havendo
escolha senão obedecer. Os escravos têm pouquíssimo tempo para almoçarem e para fazerem
intervalos para o café durante o período de trabalho. Eles permanecem em suas celas com muito
medo e mesmo que não tenham nada para fazer, não podem ir embora quando desejarem, pois os
senhores-chefes podem puní-los com o castigo da demissão. Todo escravo conhece algum outro
escravo que já foi punido com este castigo, mesmo sendo bom e leal ao seu chefe ou patrão.

Dia após dia, ano após ano, os escravos trabalham até que o senhor-chefe decida que ele não serve
mais para o trabalho. O senhor então os liberta e eles vão para um lugar solitário e vazio chamado
APOSENTADORIA, onde são condenados à pobreza pelo resto das suas vidas. São forçados a
permanecerem sentados e inativos, à espera da morte, pois usaram toda a sua energia, vitalidade e
juventude para enriquecer outras pessoas. É certo que os velhos escravos que tentam trabalhar de
novo com a CARTEIRA ASSIM-NADA são punidos com o castigo do corte da aposentadoria.

Sei que estes campos de escravos realmente existem, pois sou um homem livre que vive entre os
escravos. Tenho negócio próprio, sou realmente livre. Levanto-me pela manhã chamado pela minha
própria agenda, que eu mesmo faço. Decido meus horários, posso até dormir até mais tarde se
quiser. Enquanto os escravos estão no trabalho, estou na praia, na piscina ou posso estar até
trabalhando, mas somente quando e como eu quiser. Posso tirar férias quando, onde e por quanto
tempo eu quiser. Sou livre para tomar o meu café e para almoçar na hora que eu decidir e, é claro,
eu decido quanto vou ganhar no final do mês, por que não sou um escravo. Decido trabalhar quando
e onde quiser e com quem eu quiser.

Já vi muitos escravos empacotarem seus pertences com tristeza e deixarem um senhor-chefe em
busca de outro, como se alguma coisa fosse realmente mudar na sua vida sendo ele um escravo e
permanecendo nesta condição. Entretanto, há uma esperança para o escravo: ele ou ela pode
comprar a sua própria liberdade. O preço é não é alto, ainda que pareça muito para aqueles que não
têm coragem de pagá-lo. Qual é o preço? Um desejo ardente de se tornar o seu próprio senhor!!!

Se você acredita em si mesmo(a), tem um sonho e atitude positiva, tem grandes chances de se
libertar e ser um(a) empreendedor(a) de sucesso. Persiga seus sonhos, que acredito serem grandiosos, mesmo que tenha que pôr sua integridade em risco, mas é melhor morrer indo em direção aquilo que lhe trará felicidade do que ficar vivo percorrendo a estrada da rotina que leva à cidade da frustração.

4 comentários:

  1. Acabou de descrever a Matrix, da qual sou meio escravo e meio "agente" infiltrado, pois não dependo da grana do trabalho para sobrevivência (Só para luxo e conforto).
    Vejo meus colegas de trabalho, (trabalho numa empresa com 100 pessoas), alienados, suando sangue para aumentar suas miseráveis comissões e enriqueçer os toscos patrões, alguns até se orgulham...Se orgulhar de ser explorado?
    Tenho que criar vergonha na cara e deixar a preguiça de lado, sair da zona de conforto e virar empreendedor mesmo, é o jeito.
    Boa reflexão.

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  2. Obrigado Arthur Vinicius,esse seu texto acabou de me dar orgulho de ser empresario;estou nessa lida a uns anos e estou passando serias dificuldades,a ponto de precisar vender meu carro para pagar contas;como sou um homem solteiro,poderia voltar a ser escravo e ainda por cima estar comum carro mais novo do que eu tenho hoje,sem dividas e sem grandes problemas,somente enrriquecendo outras pessoas até acabar minha juventude e força para o trabalho;porem  ao inves disso,estou aproveitando todas as oportunidads que aparecem para mim e me estou trabalhando para construir meu patrimonio e minha aposentadoria sem depender do estado. Aprendi isso com 23 anos apos ver colegas inuteis puxa saco de patrão filhom da puta subir na vida e eu ficar para tras,apos ver cara de idade,com bo salario ser dispensado como lixo;apos ver profissionais gabaritados serem trocados por pessoas que não entendem merda nenhuma do assuntoe unica coisa que sabem fazer é falar bonitinho. Hoje estou com uma microempresa,devendo arté o rabo,um carro velho e uma velha tudo quitado,estou vendendo o meu carro (sou solteiro,posso me virar com uma moto) para liquidar minhas dividas,arregaçar as mangas,estufar o peito,e com muito orgulho tocar minha empresa e levantar a mesma custe o que custar,e quando estiver muito bem,comprar uns imoveis para investir,aplicações financeiras e depois por ultimo um excelente carro

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  3.  Minha opinião sobre o texto é de que ele é verdadeiro apenas em parte. Sabe porquê?

    Com relação à escravidão assino embaixo, mas eu sou um profissional independente e me considero livre... livre?

    Na verdade ninguém é livre, os patrões também são escravos de uma coisa chamada dinheiro e não podem fazer sua própria agenda. Na verdade tem alguma liberdade, mas tem de cumprir muitos, muitos compromissos. Ele acaba ganhando mais, mas isso tem seu custo, salvo em algumas exceções.

    Se ele, que é dono de seu nariz, resolver tirar férias, o seu concorrente vai ocupar o espaço deixado por ele enquanto ele se diverte nas Bahamas...

    Se ele resolver chegar tarde, provavelmente, enquanto ele não chega, muitos de seus funcionários estarão se divertindo e passando seu tempo de forma inútil. É o olho do dono que engorda o gado.

    Eu já trabalhei como empregado e também já fui patrão e considero as duas coisas um inferno, porque somos todos escravos de um sistema chamado capitalismo. Mas reconheço que pior ainda seria se estivéssemos em um regime comunista, pois aí eu sequer teria o direito de escolher meu caminho, seja como empregado, seja como patrão, seja como mendigo...

    Essa é minha pergunta:

    Qual seria o caminho?

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  4. SÓ UM QUESTIONAMENTO,O QUE ACONTECERIA COM O SISTEMA SE TODOS FÓSSEMOS SENHORES(EMPREENDEDORES???)UM COLAPSO CONCERTEZA,COMPLEMENTO QUE OS ESCRAVOS DEVERIAM SER LIBERTOS(SER BEM REMUNERADOS E TER MELHORES E JUSTAS CONDIÇÕES DE VIDA:VIAJAR,COMPRAR SEM ESGOTAR SEU SALÁRIO E POR AI VAI!

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