[1ª Derrota] Construção do "Amor Romântico".

Todos nós sabemos dos malefícios do feminismo , da relativização de valores, da sua inversão, entre outras merdas, mas, acho que o primeiro passo decisivo para o fim de nossa sociedade como era, foi a construção do "amor romântico" e a permissão do casamento por esse "amor romântico.


Antigamente os casamentos - como o são em algumas culturas - eram movidos por interesses e lógica, os relacionamentos seguiam rumo a construção de uma família bem estruturada economicamente e socialmente, o pai escolheria o marido da filha baseado nas SUAS QUALIDADES e a filha aceitaria isso e honraria este compromisso lógico.

O problema é que, o próprio homem, foi construindo uma cultura de amor romântico, ou seja, puramente baseado em emoções em prol da mulher, enaltecendo-a e tornando qualquer fêmea uma deusa e um objeto intangível e intocável. Foi nesse contexto que a sociedade começou a mudar e a célula matriz dela - a família - começou a ruir, não se casava mais por qualidades, bem para as famílias e bem para sociedade e estes valores não eram mais repassados pelas famílias, consequentemente!

Foi assim que as decisões começaram a ser tomadas não pelas DECISÕES LÓGICAS, mas pelo TURBILHÃO EMOTIVO DAS MULHERES - o tal "amor romântico" ou qualquer merda relacionada - e os homens que não aceitavam sua condição, eram desonrados, manginas ou cafajestes, aproveitaram-se disso, afinal, qual pai deixaria ele comer a buceta de sua filha que ele criou tão bem e com todo amor a troco de nada? Correndo o risco de ter um neto sem nenhuma estrutura familiar!

Acho, confrades, que esta foi a primeira ou decisiva derrota para que o feminismo começasse a triunfar, sem famílias honradas e bem estruturadas que repassem valores e mulheres que se guiam apenas pelas emoções, sem qualquer rédea, e um sistema que soube se aproveitar disso, começava aí, o fim de uma era onde a Matrix era bem controlada...

1 comentários:

  1. Bem pensado. O construro intelectual do amor romântico foi esboçado durante a idade média, com a publicação de Tristão e Isolda. O período conhecido como Romantismo consolidou essa ideologia da mulher idealizada como uma santa e o homem apaixonado que move moinhos pela sua amada. Enquanto arte, pode-se aproveitar muitas peças de alta qualidade, dentre elas poemas, canções, sinfonias e livros marcantes. Mas na vida real, as tentativas de se aplicar essas ideias 'românticas' se mostram falhas a longo prazo. É realmente um trabalho digno de Prometeu manter a chama acesa por toda uma vida.

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