O próprio veneno

Por Besouro
Galera, venho por meio desse relato mostrar uma situação q aconteceu comigo nesse ultimo final de semana, no qual ficou claro para mim como q as mulheres podem brincar facilmente com os homens ‘’desprotegidos’’ da real.Talvez pros membros mais antigos isso seria chover no molhado,mas achei valido escrever um tópico.


Como alguns sabem, passei por uma barra no começo do ano passado, no qual tive que lutar para vencer uma doença, fiz tratamento, repensei muitas coisas na minha vida, mudei de postura, melhorei como homem. Entretanto, percebi que é nesses momentos de dificuldade que as pessoas mostram quem realmente são, se tem interesses ou não, falo isso pq uma das mulheres( vou chamá-la de Cris) que eu saia na época q eu descobri a doença me abandonou quando eu mais precisava,isso eu contei em outro relato tbm.

Pois bem, nesse ultimo fds, a maioria dos meus amigos q estudam fora voltaram p/ minha cidade, combinamos de ir a uma festa, e um desses meus amigos trouxe um colega dele, gente boa, me pareceu meio adepto da filosofia: ‘’pegar mulher é tudo’’( vou chama-lo de ‘’X’’), mas blz.

Chegamos na festa, era open de cerveja e fomos tomar umas, posteriormente, estava andando pelo local e dei de cara com a Cris...Um matrixiano ficaria inquieto, assustado, sem saber qual situação tomar, mas eu conheço a REAL...fui o mais indiferente possível, apenas dei um meio sorriso, fiquei serio novamente e continuei andando, ela ficou com aquela cara de cachorro q caiu da mudança.

Festa rolando, estou no meio do meu circulo de amigos tomando minha cervejinha honrada e analisando o ambiente, nisso percebo q a Cris e umas amigas delas se aproximaram da nossa roda (ela estudava junto com meu amigo que trouxe o ‘X’) e começaram a conversar. Nisso o X começa a conversar com ela, e ela correspondia, rindo alto e mexendo no cabelo, acabaram ficando... Um matrixiano ficaria magoadinho, com cara de cú , mas eu conheço a REAL...continuei rindo das palhaçadas dos meus colegas e nem ligando pros dois.

Pouco depois, ouço alguém me chamando: ‘’E ae cachaceirooo!!!’’... Era uma loirinha da facul que estava pegando a umas semanas... um matrixiano ressentido tentaria mostrar pra Cris que estava bem melhor do que ela, com uma até melhor, mas eu conheço a REAL... se fizesse isso , ela teria certeza q tinha mexido comigo, que eu ainda sentiria algo por ela, apenas fiquei de braços dados com a loirinha( deixei os amassos pra outro lugar da festa, hehe)

A festa acabou e eu me despedi da loirinha, que foi embora de ônibus com as amigas, reuni com os amigos em uma rua perto do local da festa, nisso recebo uma mensagem no celular ‘’pq vc brinca comigo?ainda sinto algo por vc, sinto sua falta, desculpa pela msg’’, sim , era a Cris, dei um meio sorriso e desliguei...pouco depois, conversando com o X, ele me disse que a Cris nem falou tchau para ele direito, disse que ela ficou triste do nada e precisava ir embora ,apenas falei que mulher era assim mesmo.
Chegando em casa, pensei: ‘’ahh se não fosse a REAL’’...provavelmente teria me chateado pra caralho...só falo uma coisa: DESAPEGO HOMENS!!!, e sejam felizes!
abraços

3 comentários:

  1. masssssssssssa isso e Fatoo.. real..
    ja aconteceu comigo

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  2. Cara, sobre doença, eu tenho um testemunho pessoal. Sofro de síndrome do pânico (hoje, graças a Deus, remetida) e comecei a paquerar uma bela morena que não só era bela como tinha cabeça e bom papo.
    Eis que marco um encontro com ela e tento armar um clima. Porém, durante a ocasião passo extremamente mal e avisei para ela que estava mesmo me sentindo muito mal. Educadamente despeço-me dela, explicando a situação toda, e vou embora, não porque eu quisesse, mas porque ataque de pânico realmente te faz ter atitudes do mais puro desespero.

    O surto passou, mas também qualquer possibilidade de tê-la comigo. Ela simplesmente sumiu do espectro e nunca mais falou comigo. Nunca mais a vi e no máximo soube uma ou outra coisa dela por via indireta.
    O pior de tudo é que teoricamente era para ela entender meu quadro mais do que a média das pessoas, uma vez que trabalha com saúde (vale lembrar que ainda há muita ignorância e preconceito em relação à síndrome do pânico). Porém, deu para ver que ela, como qualquer outra garota, desvaloriza homem que tenha algum mal qualquer, mesmo que seja um mal já remetido e que não incomoda mais. É quase que um carimbo de "impróprio para reprodução" em sua testa.

    Tudo bem que isso ocorreu naquele que considero o pior ano de minha vida (em que de fato aconteceram muitas coisas ruins, tanto minhas como em meu lar), mas dá para ver bem o quanto que uma doença te prejudica na sociedade e mesmo nessa coisa simples de tentar ter uma companheira.
    Informei-me mais da real recentemente, já há uns bons anos sem ataque de pânico, mas noto que já sacava umas coisas antes por conta da tal sabedoria que as desgraças causam. Sigo minha vida, tento me construir e quero fazer mais.

    Sugestão ao dono deste blog? Talvez fazer uma postagem falando especificamente sobre o tal lance de que homem não pode adoecer que logo é visto como lixo. Você tem sua experiência, que não sei se é psíquica como a minha, outros aqui também têm seus males e também devem ter notado umas boas mudanças de postura do pessoal ao redor.

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  3. Cara, sobre doença, eu tenho um testemunho pessoal. Sofro de síndrome do pânico (hoje, graças a Deus, remetida) e comecei a paquerar uma bela morena que não só era bela como tinha cabeça e bom papo.
    Eis que marco um encontro com ela e tento armar um clima. Porém, durante a ocasião passo extremamente mal e avisei para ela que estava mesmo me sentindo muito mal. Educadamente despeço-me dela, explicando a situação toda, e vou embora, não porque eu quisesse, mas porque ataque de pânico realmente te faz ter atitudes do mais puro desespero.

    O surto passou, mas também qualquer possibilidade de tê-la comigo. Ela simplesmente sumiu do espectro e nunca mais falou comigo. Nunca mais a vi e no máximo soube uma ou outra coisa dela por via indireta.
    O pior de tudo é que teoricamente era para ela entender meu quadro mais do que a média das pessoas, uma vez que trabalha com saúde (vale lembrar que ainda há muita ignorância e preconceito em relação à síndrome do pânico). Porém, deu para ver que ela, como qualquer outra garota, desvaloriza homem que tenha algum mal qualquer, mesmo que seja um mal já remetido e que não incomoda mais. É quase que um carimbo de "impróprio para reprodução" em sua testa.

    Tudo bem que isso ocorreu naquele que considero o pior ano de minha vida (em que de fato aconteceram muitas coisas ruins, tanto minhas como em meu lar), mas dá para ver bem o quanto que uma doença te prejudica na sociedade e mesmo nessa coisa simples de tentar ter uma companheira.
    Informei-me mais da real recentemente, já há uns bons anos sem ataque de pânico, mas noto que já sacava umas coisas antes por conta da tal sabedoria que as desgraças causam. Sigo minha vida, tento me construir e quero fazer mais.

    Sugestão ao dono deste blog? Talvez fazer uma postagem falando especificamente sobre o tal lance de que homem não pode adoecer que logo é visto como lixo. Você tem sua experiência, que não sei se é psíquica como a minha, outros aqui também têm seus males e também devem ter notado umas boas mudanças de postura do pessoal ao redor.

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